sexta-feira, 22 de julho de 2016

Resenha: Amor à Moda Antiga


Sinopse: Um livro orgânico, verdadeiro e apaixonadamente imperfeito, como só o amor pode ser. Em seu aniversário de 43 anos, Fabrício Carpinejar ganhou de presente uma velha máquina de escrever Olivetti Lettera 82 verde-esmeralda. Desde esse dia, ele se dedica a escrever poemas de amor e a guardá-los como um inventário de seus sentimentos e emoções. Pela primeira vez, esses poemas são publicados, exatamente como os originais foram enviados à editora, sem nenhum tipo de correção ortográfica, edição ou retoques, inclusive com as anotações feitas à mão pelo próprio Carpinejar. 

Título: Amor à Moda Antiga.
Autor: Fabrício Carpinejar.
Páginas: 112 páginas.
Editora: Belas Letras.
ISBN: 978-85-8174-285-4.

 

Algumas Impressões 

          Carpinejar sempre surpreende e encanta através de suas obras, mas “Amor à Moda Antiga” vai além e apaixona, literalmente. Regado a memórias, fatos diários e claro, amor, a obra tem um pouco de tudo, mas sempre com um toque especial de leveza e muita originalidade. Publicados pela Belas Letras, os escritos chegam aos leitores exatamente como chegaram à redação da editora em maços de papel entregues pelos Correios. Sem qualquer tipo de correção ortográfica, a reprodução fiel dos escritos de Carpinejar em sua velha máquina de escrever trás modificações e anotações feitas à mão pelo autor, o que acaba por aproximar ainda mais o leitor e estabelecer um contato maior com as palavras e o que estas querem expressar. Através das palavras, ele consegue transmitir os mais variados sentimentos, de alegria a saudade, tristeza e aquela frustração característica de querer algo e não poder alcançar, realizar. A leitura de suas 112 páginas diagramadas com maestria pela editora, que trás um poema por página, flui rapidamente. Noutras palavras, muito bem escolhidas pela editora, “Amor à Moda Antiga é simples, orgânico, singelo e apaixonadamente imperfeito, como só o amor pode ser”.


Sobre Carpinejar

       Segundo sua própria descrição, é um escritor, jornalista e professor universitário, que, além de poeta é um leitor apaixonado do sol e ouvinte declarado da chuva. Autor de vinte e seis livros, aos quarenta e um anos Fabrício Carpinejar coleciona prêmios (entre eles o cobiçado Jabuti) e arrebata leitores de todas as partes com sua personalidade irreverente e sua forma única de falar sobre os mais variados assuntos, entre eles o amor. Ultrapassando a marca de cento e quarenta mil seguidores no Twitter (número semelhante ao de Fátima Bernardes, por exemplo), ele usa o microblog para publicar frases inspiradas em situações do cotidiano, além de pérolas de autoajuda. Também possuí um blog de literatura pelo jornal O Globo (clique para conhecer) e escreve textos e crônicas para diversas revistas.


Sobre a Belas Letras

A editora nasceu em 2008 com o compromisso de aproximar a literatura dos temas da era digital e da cultura pop, com um catálogo enxuto e de qualidade e uma proposta editorial moderna. É rock e pop. É arte, viagem, gastronomia, ciência e humor. É estilo de vida, universo digital, comportamento e inspiração. É uma nova experiência entre os leitores e seus livros. Porque, para nós, ler é se conectar, e se aproximar daquilo que mais amamos.

4 comentários:

  1. Awn, que ler esse livro pra ontem rs ♥ Tá tão lindo. Acho que sabe que adoro o Carpinejar, né? Ele manda muito bem com as escritas. Amei a ideia da máquina de escrever, provavelmente dá uma impressão diferente quanto ao livro, né?

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    1. Ele é muito fofo, não tenho nem palavras para dizer o quanto! <3 Sei sim! Ele é ótimo mesmo <3 Sim, e a diagramação ficou simplesmente fantástica! Um beijo : *

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  2. Respostas
    1. Eu também amei <3 E é uma jacket! A capa mesmo é toda branca. Essa de cima é texturizada, muito maravilhosa <3 Um beijo : *

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